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As Ódio, A Banda Feminista Que Deu Abóboras Para Uma Poderosa Campanha Publicitária

As Ódio têm um nome impactante, puxando a insuperável. São quatro mulheres, exercem música garagera com letras concisas e irônicas e disseram “não” à proposta do El Corte Inglês para que a sua canção “Eu vi primeiro” fora da toada Dos oito dias de ouro. Nós departido com o guitarrista Ágata (31) e a cantora Paula (32) sobre isto “Indiespañol”, feminismo, vazio existencial e o chorado Pequenino da Calçada. A primeira delas trabalha em comunicação em um centro de investigação matemática, e a segunda é roteirista. Junto com a baixista Sonsoles e a baterista Alice realizam divisão desse grupo de “riot grrrls” cujo “max power” é-te a dançar o encantador sempre que desenham um “panorama desolador” .

Nesta noite de quinta-feira, como por exemplo, pela sala de madrid Sol. Seu primeiro disco, “Futuras esposas”, saiu em fevereiro. Passado o tempo, o Ágata: Muito legal, muito melhor do que esperávamos. E desde o início, em tão alto grau as pessoas como os meios de intercomunicação.

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  • cinco Cargos em entidades privadas e organismos públicos
  • Capítulo 3×191 (670) – “Nunca É Tarde”
  • LEVANTE A fortaleza, a salvo

A crítica, em geral, vem sendo sensacional. Quer dizer, As Ódio se vos quer. A: Acho que sim. É uma sorte ter pessoas (que não entende) que eu te segue e você entende tuas letras. A: No Contempopranea chegamos a tocar às cinco da manhã, lá no meio da Extremadura.

E nos deparamos com quatro fãs com t-shirts feitas por eles mesmos. Foi um flipe. E as pessoas cantando as músicas. Olha pra minha pulseira, eu “. Foi muito emocionante. Já saíram imediatamente do infraunderground, parece. P: Estamos de coração, mas de imediato nem conhecemos os grupos.

É que vai tudo muito rápido, por causa de não é profissional e é muito difícil conciliar as vidas com as bandas, irão mudando muito e modificar as pessoas. A: interessam-Nos as formas de autogestão e formar uma comunidade em que a gente seja partícipe, não só quem está em cima do palco.

É uma filosofia que tentamos conservar. Mas entramos em algumas dinâmicas, como, por exemplo, no momento em que tocamos no FIB, onde há promotores e há outro tipo de patrocínios que não podes controlar, e que saem da filosofia que, mas, continua representando.

P: O infraunderground é uma ideia política. Não é só tocar diante de menor quantidade de pessoas, todavia que o faça de uma forma coletiva, horizontal, feminista e autogerida. O rejeitaram alguma proposta que não vissem clara? A: E qual é o propósito de fazer música pra nós.

Não é que não possamos apreender que um grupo faixa tuas músicas pra vender automóveis ou t-shirts. Eu imagino de onde fração e que isso talvez pode ser um trabalho. Mas, pra nostroas, a música e As Ódio, em característico, têm outros objetivos. Pareceu-Nos que eram raramente assimiláveis com um anúncio Nos oito dias de ouro. P: É, além do mais, a mensagem da música é direito o oposto do que ele ia ter. Na realidade, era muito fino, uma vez que o que eles queriam era retirar todo o assunto ideológico a nossa canção, esvaziar, e permanecer com a casca.